Última alteração: 2016-10-10
Resumo
O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo, sendo diagnosticados 57.120 novos casos. São empregados tipos de cirurgias que tendem a causar aderência entre os planos teciduais limitando os movimentos funcionais musculoesqueléticos, desencadeando alterações nas atividades rotineiras e fisiológicas dos movimentos articulares, podendo desenvolver possíveis alterações posturais. Mudanças essas que seriam a postura assimétrica, rotação, elevação e limitções do complexo do ombro, hipercifose, contratura na musculatura cervical, postura de proteção, alteração da imagem corporal, escápulas aladas a mal alinhadas devido a mudanças de peso pela ausência da mama. Com isso o método isostretching utilizado pela fisoterapia, atua realizando alongamento, fortalecimento muscular, correção postural, com base no controle da respiração e dominio das sensações da posição corporal. A revisão de literatura proposta tem por objetivo analisar os efeitos fisioterapêuticos quanto à ginástica postural global Isostreching na postura de mulheres mastectomizadas. Será realizada uma revisão de literatura com as palavras chaves: Câncer de Mama, Masctectomia, Isostretching, Postura e Fisioterapia, para poder verificar os resultados encontrados sobre a aplicação do método isostretching em mulheres que foram submetidas a cirurgia de mastectomia. Podemos concluir que nas poucas pesquisas estudadas pode-se ver a eficácia do método na postura, quanto à melhora de sua flexibilidade, mobilidade e correção postural, no entanto é necessário um número maior de pesquisas, não só para aplicabilidade da técnica, mas também para colaborar para mais achados científicos.
Palavras-chave: Câncer de Mama, Mastectomia, Isostretching, Postura, Fisioterapia.